Resenha: Norwegian wood




Autor: Haruki Murakami
Editora: Objetiva
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Sinopse: 

Publicado originalmente em 1987 e inédito no Brasil, "Norwegian wood" foi o livro que alçou o japonês Haruki Murakami da condição de autor cult à de ícone cultural. Com mais de quatro milhões de cópias vendidas no Japão, é um romance de formação com toques autobiográficos, ambientado na Tóquio do final da década de 1960, que narra a iniciação amorosa do jovem estudante de teatro Tory Watanabe. Comparado a "O apanhador no campo de centeio", de J. D. Salinger, por sua influência em toda uma geração de jovens leitores, o livro capta com maestria e lirismo a angústia e o desamparo da transição da adolescência à idade adulta.

Em 1968, Toru acaba de chegar a Tóquio para estudar teatro na universidade e mora em um alojamento estudantil só para homens. Solitário, dedica seu tempo a identificar e refletir sobre as peculiaridades dos colegas. Um dia, ele reencontra um rosto de seu passado: Naoko, antiga namorada de seu grande amigo de adolescência Kizuki. Marcados por uma tragédia em comum - o suicídio de Kuzuki - os dois se aproximam e constroem uma relação delicada onde a fragilidade psicológica de Naoko se torna cada vez mais visível com sua internação em um sanatório. Tem início então um período de grande dilema para o jovem Toru: uma encruzilhada entre o compasso de espera pela recuperação de Naoko e os encantos de uma outra vida, mais vibrante, personificada pela exuberante e liberada Midori. 

Ambientado em meio à turbulência política da virada dos anos 1960 para os anos 1970, Norwegian wood, assim como a canção dos Beatles que lhe empresta o título, é uma balada de amor e nostalgia cuja rara beleza confirma Murakami como uma das vozes mais talentosas da ficção contemporânea.

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