Resenha: P.S. Eu te amo




Autora: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Páginas: 253 (edição econômica)
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Sinopse:
Gerry e Holly eram namorados de infância e ficariam juntos para sempre, até que o inimaginável acontece e Gerry morre, deixando-a devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas nas quais Gerry, gentilmente, a guia em sua nova vida sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca.

Resenha:
  Holly acaba de passar por uma situação traumática: um tumor cerebral tira a vida de marido. Gerry e Holly ainda eram muito apaixonados, ficando ainda mais próximos com o avanço da doença de Gerry. Isso, junto com o fato de Gerry ser tão jovem (e atraente), torna a experiência ainda mais devastadora para Holly. No início do livro, nos deparamos com uma mulher em depressão profunda, numa situação lastimável. Tudo a faz lembrar de seu falecido marido e da ausência dele. O que a ajuda a levantar da cama e sair de casa é a notícia de que Gerry havia deixado um pacote para ela na casa de sua mãe.
  Gerry sabia que, apesar de ser uma mulher forte, Holly teria dificuldades em superar sua morte. Então, ele resolve se antecipar e escreve para ela 10 cartas, que deveriam ser abertas apenas no mês indicado, prolongando assim sua presença por 10 meses após sua morte.


  Ao receber o pacote, Holly obedece rigorosamente o que está escrito. Só abre as cartas após a meia noite, quando inicia o primeiro dia do mês indicado. Gerry previu as maiores dificuldades de Holly e a orienta a tomar decisões que facilitam superar a sua perda. A ajuda de Gerry, dos amigos e da família torna tudo mais fácil e Holly por fim consegue seguir sua vida da maneira mais normal possível.
  Eu assisti ao filme e comprei o livro alguns bons anos atrás. O livro esteve empacado na estante por muito tempo e a Maratona Literária que participei me animou a terminá-lo. Não foi uma leitura fácil. Como falei em um post da maratona, meu exemplar é da versão econômica, então as páginas são pequenas, as letras menores ainda e não existe espaçamento entre as linhas. Além disso, Holly deixa de ser uma personagem interessante em algumas partes onde se mostra uma mulher extremamente consumista. A família de Holly e Daniel, um novo amigo, tornam a trama mais dinâmica, retirando o foco da protagonista, por vezes, e mostrando outros pontos de vista.
  Encontrei apenas um erro de digitação ("qua3se", p. 126). Gostaria de ter lido a versão normal do livro (não a econômica), pois as letras pequenas e a falta de espaços dificultaram a leitura, devido ao meu astigmatismo. Com certeza a diagramação foi o ponto negativo do livro, mas acredito que a versão normal seja mais atraente.
  Apesar de a leitura não ter fluido, ficou uma lição: Não importa o quanto você está sofrendo, sempre haverá alguém para lhe ajudar e pessoas que você precisa ajudar, pois podem estar sofrendo também.


  Preciso rever o filme, mas pela minha vaga memória, tenho a impressão de que existem diferenças grandes entre as duas obras. Se você ainda não viu o filme, recomendo que faça a leitura primeiro, pois o filme é maravilhoso (principalmente pelo simples fato de Gerard Butler interpretar o Gerry!!) e, nesse caso, a leitura é penosa se você já conhece a história. Confira o trailer:



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